Em 2012 vi o Silent Hill Revelation. Com críticas ainda piores do que o original, desta vez dou-lhes razão. O filme não é bom.
Existem vários motivos para eu gostar de Silent Hill. A forma como os monstros estão feitos, o barulho que avisa a chegada das trevas, o elenco: Radha Mitchell, Sean Bean e Debora Kara Unger, o nevoeiro que cerca Silent Hill, enfim, uma série de coisas que neste segundo filme estão lá, mas piores. Até Sean Bean é entediante.
Neste segundo filme, Sean Bean deve proteger a sua filha Heather (Adelaide Clemens) depois de Rose (Radha Mitchell) a ter resgatado de Silent Hill e desaparecido. Heather cresceu e torna-se uma pessoa sombria e distante, em parte culpa do pai visto que está constantemente a mudar de escola e porque para onde quer que vá, piscam luzes e aparecem humanos torturados a contorcerem-se.
Quando o seu pai é sequestrado pela "Ordem", Heather e o seu companheiro Vincent tentam trazê-lo de volta.
Em Silent Hill, Heather perde-se num labirinto de corredores velhos, poços de ventilação e um parque de diversões.
O filme acaba por perder-se em diálogos demasiado óbvios, personagens deitadas para o lixo (o caso do detective), um monstro manequim que lembra uma espécie de personagem que podia ser vista em "Eu, Robot", um medalhão mágico com o nome ridículo de Selo de Metatron e um Vincent Carter que mais valia não existir.
Silent Hill Revelation pegou em tudo o que o primeiro tinha de bom e transformou em cenas bem mais irrealistas em parte devido ao corte no orçamento. Mas que mesmo assim não serve de desculpa.
Apesar de mau, espero pelo terceiro filme que acredito que se acabe por concretizar, até porque este segundo deixou um ponto de situação para se pegar numa continuação.
Nota: 4 de 10



Nao foi mau foi uma seca!
ResponderEliminarOu melhor foi pessimo!
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