quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Sinister - Critica

 
 
Sinister chamou-me a atenção logo quando no Rotten Tomatoes tinha uma critica de 100%. Claro que com o tempo essa critica veio a descer. De seguida vi o trailer, que ganhou ainda mais impato quando vi que era com Ethan Hawke (Antes do Amanhecer), um dos meus atores favoritos.
Depois de tantas desilusões com filmes de terror (VHS tinha sido a última), finalmente um filme de terror deixa-me satisfeito!
 




A imagem de inicio fica na cabeça. Quatro pessoas a serem enforcadas: dois filhos e os pais.
 

 
A história, resumidamente, fala de um escritor que começou com um livro que foi um estrondoso sucesso, mas depois se afundou em dois fracassos. Os livros são resoluções de crimes ou desaparecimentos em que o escritor (Elison) pretende que se faça justiça.

Neste filme Elison quer realizar o quarto livro mas quer voltar ao sucesso e para isso corre o maior risco que já correu. Vai morar com a sua família (a mulher e dois filhos) para a cena do crime: a família que morava lá anteriormente foi enforcada no jardim, e a filha deles desapareceu.

O mistério começa quando Elison vai ao sótão e encontra uma caixa com várias fitas de vídeo. O que aparentemente parecia ser vídeos de férias em família, rapidamente se revelam ser as mortes das mesmas.
As fitas são um dos melhores pontos do filme. Criativas, interessantes e com o aspeto que um filme de terror pede.
A partir daqui começa-se a perceber que cada família teve uma ligação com a casa em que moravam, e que a família de Elison dará continuação aquele terror.

É lógico que a certa altura do filme começamos a perceber o que vai acontecer (quando a filha de Elison começa a ter visões com a miúda desaparecida). Apesar dos barulhos típicos que despertam a atenção da personagem (mas não do espetador), o filme não se afundou em clichés, nem em típicas visualizações de espíritos.

Num filme que não deixa o espetador com os cabelos em pé, capta antes a sua atenção até ao fim. A meu ver é sem duvida o melhor filme de terror do ano. Sim, até porque eu não faço parte do, aparentemente grande, grupo de fãs de Cabin in the Woods.

Nota: 8 de 10
 

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